HISTÓRICO

 

Em 1960 foi criada a Escola Nacional de Florestas, primeira do ramo no Brasil, sediada em Viçosa e posteriormente transferida para Curitiba em 14 de novembro de 1963. O período inicial de funcionamento do Curso, de 1961 a 1969 foi caracterizado pela existência do Convênio de Assistência das Nações Unidas, através da FAO, conhecido como "Projeto 52". De 1971 a 1982 vigorou o Convênio de Cooperação Técnica entre a UFPR e a Universidade Albert - Ludwig, de Freiburg, Alemanha. Foi durante este período que houve um efetivo desenvolvimento da Faculdade de Florestas de Curitiba em ensino, pesquisas e extensão florestal incluindo a criação, em 1973 do primeiro curso de Pós-Graduação em nível de mestrado em Engenharia Florestal do Brasil. Posteriormente, em 1982, foi também criado o primeiro curso em nível de doutorado em Engenharia Florestal do Brasil e em 1997 o Programa de Pós-doutorado. Com o objetivo de aprimorar e desenvolver a Ciência Florestal foi criada, em 1971 a Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná. Esta instituição, sem fins lucrativos, tem como finalidade conceder subsídios à execução de pesquisas nas diversas áreas: Silvicultura, Manejo Florestal, Tecnologia da Madeira, Conservação da Natureza e Economia e Política aquisição de equipamentos, publicação de trabalhos científicos, entre outros.

O Curso de Engenharia Florestal do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná vem contribuindo para a formação acadêmica de profissionais do setor florestal, tendo como egressos, Engenheiros Florestais, Mestres e Doutores, com atuação nos mais diferentes setores da economia não somente no Brasil e em toda a América Latina, como também em países da Europa, África e Ásia. Desde o início, a preocupação do Curso foi o de qualificar o seu corpo docente e equipar seus laboratórios. No Curso de Engenharia Florestal ocorreu o mais intenso bem sucedido programa de capacitação docente da UFPR que, graças a convênios internacionais, formou mestres e doutores nos mais renomados centros de excelência da Europa e Estados Unidos. Alguns convênios trouxeram grande contribuição à infra-estrutura laboratorial que, ao lado da massa crítica disponível, tem equiparado o Curso com os centros de excelência internacional, por meio de sua produção científica. 

Os cursos de Graduação e Pós-Graduação em Engenharia Florestal da Universidade Federal do Paraná são os mais antigos do Brasil e gozam do mais alto prestígio, tanto em nível nacional como internacional. Na área de Pós-Graduação, o Curso formou mestres e doutores oriundos de diversas regiões do país e também do exterior, principalmente dos países que hoje formam o Mercosul. A capacidade de produzir intelectualmente não se deteriora com o passar do tempo, desde que sejam disponíveis mecanismos de atualização (física e intelectual). A situação do Curso pode ser claramente delineada pelos seguintes fatos: docentes altamente especializados, produção científica de nível internacional e busca da recepção de transferência de conhecimento através de intercâmbios. A Universidade visa formar profissionais qualificados para ocupar postos junto à comunidade. A Engenharia Florestal representa o manejo de áreas florestais e a produção de madeiras, atendendo às necessidades econômicas e sociais e os princípios da sustentabilidade. O manejo da floresta e a aplicação de tecnologias adequadas são instrumentos econômicos importantes no contexto da política social, obedecendo objetivos que servem de meta à economia geral, como o abastecimento de mercados, geração de empregos, crescimento econômico, conservação do meio ambiente e economia externa. 

As avaliações periódicas tem mostrado que dentre os 55 cursos ofertados pela UFPR, o de Engenharia Florestal desponta como um dos melhores da instituição. Também o Curso de Pós-Graduação em Engenharia Florestal (mestrado e doutorado) vem recebendo sistematicamente o conceito máximo concedido pelo Ministério da Educação. O alto conceito atribuído à Engenharia Florestal deve-se, entre outros motivos, à ênfase dada à pesquisa científica, em razão da qualificação e dedicação dos seus docentes. Praticamente todos os professores realizaram pós-graduação, sendo que a maioria deles desenvolve projetos de pesquisa, auxiliados por alunos de graduação e de pós-graduação. Isto garante uma publicação anual significativa de estudos nos mais variados temas da área florestal, contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico do País. Atualmente o Curso mantém diversos convênios no Brasil e no exterior. 

 


 GALERIA DE COORDENADORES 

DIRETORES DA ESCOLA DA NACIONAL DE  FLORESTAS

Carlos Sociais Schotfeldt (interino) - 1960
José de Alencar (interino) - 1961

                      
Paulo Ferreira de Souza                      João Maria Belo Lisboa
         1961 à 1962                                       1962 à 1964


 

DIRETORES DA ESCOLA DE FLORESTAS DA UFPR

                                            
Lycio Grein de C Vellozo                            Aroldo  Frenzel                         Newton I. da Silva Carneiro
         1964 à 1966                                        1966 à 1968                                       1964 à 1970

                      
Bernhard Max Staudacher                   Luiz Carlos N. Tourinho
          1970 à 1971                                       1971 à 1973


COORDENADORES DO CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL

                                                                  
 Sebastião A. Machado                      José Geraldo A. Carneiro                      Antonio Albino Ramos                        Ronaldo Viana Soares
1973 à 1975 - 1993 à 1995                        1975 à 1977                                              1977                                  1977 à 1981 - 1997 à 2001

                                                                  
 Flávio Felipe Kirchner                            Nadir Silva Castro                           Antonio José de Araújo                             Miguel S. Milano
       1981 à 1983                             1983 à 1985 - 1989 à 1993                          1985 à 1987                                               1987

                                                                  
Atílio Antonio Disperatti                     Roberto Tuyoshi Hosokawa                       Franklin Galvão                             Afonso Figueiredo Filho
      1987 à 1989                                               1993                                                  1995                                                1995 à 1997


Dimas Agostinho da Silva
         2001 à 2005

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