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Equipamento simples para combate direto do fogo, composto de um cabo preso, em uma de suas extremidades, a um retângulo de borracha (resistente ao fogo) permeado de furos. |
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Barreira construída, destinada a causar descontinuidade do material combustível |
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Transferência horizontal de qualquer propriedade da atmosfera, por exemplo temperatura e/ou umidade, através de movimentação de ar (vento). |
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Alteração no meio físico provocada pela ação do homem. |
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Método de combate em que o fogo é atacado diretamente, com abafadores ou por meio da aplicação de água, espuma, retardante ou terra. |
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Consiste em eliminar o material combustível existente na superfície compreendida entre a frente do fogo e a barreira delimitada como linha de defesa (aceiro) |
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Esforço inicial de controle realizado pelo grupo que primeiro chegar ao local do fogo |
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Método intermediário de combate ao fogo entre o direto e o indireto. É usado quando o calor produzido pelo fogo permite certa aproximação, mas não o suficiente para o ataque direto. |
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B |
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Áreas preferencialmente de brejos. Alguns setores dos banhados ficam secos durante a estiagem, outros permanecem encharcados |
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Parte do perímetro que se encontra em chamas. |
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Terreno plano, encharcado, que aparece nas regiões de cabeceiras ou em zonas de transbordamentos de rios. |
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C |
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Ecossistema formado por pequenas árvores e arbustos espinhosos esparsos que perdem as folhas durante o período de seca. Flora típica do Sertão Nordestino Brasileiro |
Cabeça ou frente do incêndio |
Parte da frente do incêndio onde o fogo avança com mais força, intensidade e rapidez. |
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Vegetação de área subtropical, onde as plantas são submetidas a uma dupla estacionalidade: uma fisiológica provocada pelo frio das frentes polares e outra seca mais curta, com déficit hídrico |
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Área relativamente plana, pouco acidentada, com nenhuma ou poucas árvores, e coberta por ervas |
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Fitofissionomia do Cerrado caracterizada por apresentar essencialmente vegetação herbácea, com um ou outro indivíduo arbóreo. |
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Vegetação típica de ambientes montano e alto-montano, com estrutura arbustiva e/ou herbácia que ocorrem no cume das serrras com altitudes elevadas, predominando em clima subtropical ou temperado. |
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Fitofissionomia do Cerrado caracterizada por apresentar vegetação herbácea-arbustiva com indivíduos arbóreos distribuídos muito esparsadamente. |
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Vegetação que nasce após a derrubada de uma mata nativa, sendo portanto uma vegetação secundária. |
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Fitofissionomia do Cerrado caracterizada por apresentar vegetação arbórea, com árvores em torno de 10 metros de altura (podendo atingir até 15 metros). |
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Tipo de vegetação que ocorre no Planalto Central Brasileiro e em certas áreas da Amazônia e do Nordeste, em terreno geralmente plano, caracterizado por árvores baixas e arbustos espaçados, associados a gramíneas. As espécies deste tipo de vegetação apresentam troncos e ramos acentuadamente tortuosos e acinzentados. |
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Fitofissionomia do Cerrado caracterizada por apresentar vegetação arbustiva-arbórea, com árvores em torno de 3 metros de altura (podendo atingir até 10 metros). |
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Material orgânico disponível no meio ambiente, que pode entrar em ignição e queimar-se. |
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Técnica de combate em que, tendo como base um aceiro natural ou construído, é ateado fogo na vegetação existente entre o aceiro e a linha de fogo do incêndio de forma a eliminar o combustível existente. |
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Barreira natural ou construída, antes que se produza o incêndio, destinada a deter o fogo superficial e a facilitar a movimentação de pessoal em operação na área. |
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Faixa plantada com espécies higrófilas (que oferecem maior resistência à propagação do fogo). |
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D |
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Ato ou sistema de descobrir e localizar focos de incêndio e queimadas. |
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F |
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Linha básica que se prepara para operacionalização da atividade do pessoal envolvido em trabalho de combate ao incêndio florestal referencial. |
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Ecossistema de floresta de encosta da Serra do Mar brasileira, considerado o mais rico do mundo em biodiversidade. |
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Vegetação localizada em terrenos baixos e aproximadamente planos, que se encontram junto às margens dos rios. Constituem o leito maior dos rios. |
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Tipo de vegetação que perde todas as folhas ou parte delas em determinada época do ano. |
Floresta estacional semidecídua |
Vegetação condicionada pela dupla estacionalidade climática, uma tropical com época de intensas chuvas de verão, seguida por estiagem acentuada e outra subtropical sem período seco, mas com seca fisiológica provocada pelo intenso frio do inverno, com temperaturas médias inferiores a 15°C. |
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Florestas localizadas em lugares abundantes em água |
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Vegetação que se desenvolve melhor na faixa de temperatura entre 25 e 40 °C. |
Floresta ombrófila aberta |
Transição entre a Floresta Amazônica e as áreas extra-amazônicas |
Floresta ombrófila aberta sumontana |
Floresta Ombrófila Aberta com predominância de palmeiras. |
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Tipo de vegetação que ocorre na Amazônia e Matas Costeiras. Caracteriza-se por apresentar elevadas temperaturas (média 25 °C) e alta preciptação, bem distribuída durante o ano |
Floresta ombrófila densa aluvial |
Floresta Ombrófila Densa que ocorre ao longo dos cursos d'água ocupando os terraços das planícies quaternárias. |
Floresta ombrófila densa de terras baixas |
Floresta Ombrófila Densa que ocupa as planícies costeiras |
Floresta ombrófila densa montana |
Floresta Ombrófila Densa situada no alto de planaltos e/ou serras. |
Floresta ombrófila densa submontana |
Floresta Ombrófila Densa situada em encostas de planaltos e/ou serras. |
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Vegetação que ocupa o Planalto Meredional, com a predominância da espécie Araucária angustifolia. |
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Tipo de vegetação que não perde todas as folhas durante alguma época do ano. |
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Tipo de vegetação que perde parte das folhas em certa época do ano. |
Floresta tropical aberta de cipó |
Floresta Ombrófila Aberta com a predominância de cipós. |
Floresta tropical densa de planície |
Floresta Ombrófila Densa localizada em áreas de planícies. |
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Floresta que possui espécies que sobrevivem em lugares com carência de água. |
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áreas que transmitem intensidade de calor elevada, identificadas por satélite |
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É aquele que se consegue isolar e/ou dominar enquanto ainda está baixo ou pequeno. |
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É aquele em que não há mais perigo de propagação, por não haver mais material em combustão ou quente. |
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É o fogo que se reproduz quando parecia estar extinto. |
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É aquele em cuja borda se tenha apagado as chamas. |
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I |
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Tipo de incêndio que se caracteriza pela propagação do fogo através das copas das árvores. Considera-se incêndio de copa aquele que ocorre em combustíveis acima de 1,80 m de altura. |
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Fogo sem controle que incide sobre qualquer forma de vegetação, podendo tanto ser provocado pelo homem como por fonte natural (raio). |
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Tipo de incêndio que se propaga através das camadas de húmus ou turfa existentes sobre o solo mineral e abaixo do piso da floresta. |
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Tipo de incêndio que se propaga na superfície do piso da floresta, queimando os vegetais não decompostos, serrapilheira, gramíneas, arbustos, enfim, todo material combustível até cerca de 1,80 m de altura. |
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Taxa de energia ou calor liberada, por unidade de tempo e de comprimento, da frente de fogo. |
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L |
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Barreira selecionada, entre as naturais e artificiais existentes, ou completada para conter e dominar o incêndio florestal |
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M |
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Ecossistema situado em áreas costeiras tropicais, como estuários e lagunas, regularmente inundado por água salobra. |
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P |
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Método de atuação selecionado para um determinado incêndio, levando-se em consideração as circunstâncias de sua ocorrência. |
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Q |
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Linhas de fogo colocadas ao longo de aceiros naturais ou artificiais somente permitindo a propagação contra o vento. |
Queima prescrita ou controlada |
Aplicação controlada de fogo à vegetação natural ou plantada sob certas condições ambientais que permitam ao fogo manter-se confinado a uma determinada área e ao mesmo tempo produzir intensidade de calor e velocidade de espalhamento desejáveis aos objetivos do manejo. |
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R |
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Restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada a uma condição não-degradada, que pode ser diferente de sua condição original. |
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Ato de checar a existência e apagar qualquer foco de possível reignição de um incêndio recém-extinto. |
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Restituição de um ecossistema ou uma população silvestre degradada o mais próximo possível da sua condição original. |
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Vegetação que recebe influência marítima, presente ao longo do litoral brasileiro. |
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T |
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Depósitos recentes de carvão, formado principalmente em regiões de clima frio ou temperado, onde os vegetais são carbonizados antes do apodrecimento. |
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Área permanentemente afogada em água e depósitos de turfa. Possui cobertura vegetal contínua, e forma-se em regiões de solo impermeável, onde o afluxo de água é maior do que a evaporação, principalmente em climas marinhos frios. |
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Velocidade de avanço de uma frente de fogo. |